A Velha Contrabandista
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
- É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas às vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
- O senhor promete que não "espáia"? - quis saber a velhinha.
- Juro - respondeu o fiscal.
- É lambreta.
Stanislaw Ponte Preta
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A Morte da Tartaruga!
A morte da tartaruga
Millôr Fernandes
O menininho foi ao quintal e voltou chorando: a tartaruga tinha morrido. A mãe foi ao quintal com ele, mexeu na tartaruga com um pau (tinha nojo daquele bicho) e constatou que a tartaruga tinha morrido mesmo. Diante da confirmação da mãe, o garoto pôs-se a chorar ainda com mais força.
A mãe a princípio ficou penalizada, mas logo começou a ficar aborrecida com o choro do menino. "Cuidado, senão você acorda o seu pai". Mas o menino não se conformava. Pegou a tartaruga no colo e pôs-se a acariciar-lhe o casco duro. A mãe disse que comprava outra, mas ele respondeu que não queria, queria aquela, viva! A mãe lhe prometeu um carrinho, um velocípede, lhe prometeu uma surra, mas o pobre menino parecia estar mesmo profundamente abalado com a morte do seu animalzinho de estimação.
Afinal, com tanto choro, o pai acordou lá dentro, e veio, estremunhado, ver de que se tratava. O menino mostrou-lhe a tartaruga morta. A mãe disse - "Está aí assim há meia hora, chorando que nem maluco. Não sei mais o que fazer. Já lhe prometi tudo mas ele continua berrando desse jeito". O pai examinou a situação e propôs: - "Olha, Henriquinho. Se a tartaruga está morta, não adianta mesmo você chorar. Deixa ela aí e vem cá com o papai". O garoto depôs cuidadosamente a tartaruga junto do tanque e seguiu o pai, pela mão. O pai sentou-se na poltrona, botou garoto no colo e disse:
- "Eu sei que você sente muito a morte da tartaruguinha. Eu também gostava muito dela. Mas nós vamos fazer para ela um grande funeral". (Empregou de propósito a palavra difícil). O menino parou imediatamente de chorar. "que é funeral?" O pai lhe explicou que era um enterro. "Olha, nós vamos à rua, compramos uma caixa bem bonita, bastante balas, bombons, doces e voltamos para casa. Depois botamos a tartaruga na caixa em cima da mesa da cozinha e rodeamos de velinhas de aniversário. Aí convidamos os meninos da vizinhança, acendemos as velinhas, cantamos o "Happy Birth-Day-To-You" pra tartaruguinha morta e você assopra as velas. Depois pegamos a caixa, abrimos um buraco no fundo do quintal, enterramos a tartaruguinha e botamos uma pedra em cima com o nome dela e o dia em que ela morreu. Isso é que é funeral! Vamos fazer isso?"
O garotinho estava com outra cara. "Vamos papai, vamos! A tartaruguinha vai ficar contente lá no céu, não vai? Olha, eu vou apanhar ela". Saiu correndo. Enquanto o pai se vestia, ouviu um grito no quintal. "Papai, papai, vem cá, ela está viva!" O pai correu pro quintal e constatou que era verdade.
A tartaruga estava andando de novo, normalmente.
"Que bom, hein?" - disse - "Ela está viva! Não vamos ter que fazer o funeral!" "Vamos sim papai" disse o menino ansioso, pegando uma pedra bem grande - "Eu mato ela"
Millôr Fernandes
O menininho foi ao quintal e voltou chorando: a tartaruga tinha morrido. A mãe foi ao quintal com ele, mexeu na tartaruga com um pau (tinha nojo daquele bicho) e constatou que a tartaruga tinha morrido mesmo. Diante da confirmação da mãe, o garoto pôs-se a chorar ainda com mais força.
A mãe a princípio ficou penalizada, mas logo começou a ficar aborrecida com o choro do menino. "Cuidado, senão você acorda o seu pai". Mas o menino não se conformava. Pegou a tartaruga no colo e pôs-se a acariciar-lhe o casco duro. A mãe disse que comprava outra, mas ele respondeu que não queria, queria aquela, viva! A mãe lhe prometeu um carrinho, um velocípede, lhe prometeu uma surra, mas o pobre menino parecia estar mesmo profundamente abalado com a morte do seu animalzinho de estimação.
Afinal, com tanto choro, o pai acordou lá dentro, e veio, estremunhado, ver de que se tratava. O menino mostrou-lhe a tartaruga morta. A mãe disse - "Está aí assim há meia hora, chorando que nem maluco. Não sei mais o que fazer. Já lhe prometi tudo mas ele continua berrando desse jeito". O pai examinou a situação e propôs: - "Olha, Henriquinho. Se a tartaruga está morta, não adianta mesmo você chorar. Deixa ela aí e vem cá com o papai". O garoto depôs cuidadosamente a tartaruga junto do tanque e seguiu o pai, pela mão. O pai sentou-se na poltrona, botou garoto no colo e disse:
- "Eu sei que você sente muito a morte da tartaruguinha. Eu também gostava muito dela. Mas nós vamos fazer para ela um grande funeral". (Empregou de propósito a palavra difícil). O menino parou imediatamente de chorar. "que é funeral?" O pai lhe explicou que era um enterro. "Olha, nós vamos à rua, compramos uma caixa bem bonita, bastante balas, bombons, doces e voltamos para casa. Depois botamos a tartaruga na caixa em cima da mesa da cozinha e rodeamos de velinhas de aniversário. Aí convidamos os meninos da vizinhança, acendemos as velinhas, cantamos o "Happy Birth-Day-To-You" pra tartaruguinha morta e você assopra as velas. Depois pegamos a caixa, abrimos um buraco no fundo do quintal, enterramos a tartaruguinha e botamos uma pedra em cima com o nome dela e o dia em que ela morreu. Isso é que é funeral! Vamos fazer isso?"
O garotinho estava com outra cara. "Vamos papai, vamos! A tartaruguinha vai ficar contente lá no céu, não vai? Olha, eu vou apanhar ela". Saiu correndo. Enquanto o pai se vestia, ouviu um grito no quintal. "Papai, papai, vem cá, ela está viva!" O pai correu pro quintal e constatou que era verdade.
A tartaruga estava andando de novo, normalmente.
"Que bom, hein?" - disse - "Ela está viva! Não vamos ter que fazer o funeral!" "Vamos sim papai" disse o menino ansioso, pegando uma pedra bem grande - "Eu mato ela"
A Estranha passageira!
A Estranha Passageira
Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto)
- O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de vôo – e riu nervosinha pediu que, coitada.
Depois me eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem. Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz o bacano respondendo que estava às suas ordens.
Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive que realizar essa operação em sua farta cintura.
Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço ante as perguntas que aquela senhora me fazia aos berros, como se estivesse em sua casa, entre pessoas íntimas. A coisa foi ficando ridícula:
- Para que esse saquinho aí? - foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.
- É para a senhora usar em caso de necessidade - respondi baixinho.
Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou:
- Uai... as necessidades neste saquinho? No avião não tem banheiro?
Alguns passageiros riram, outros - por fineza - fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue (embora com tantas carnes parecesse mais um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos para todos os lados.
O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta:
- Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?
Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.
Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do "show". Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir os jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.
Foi quando madama deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janela para ver a paisagem) e gritou:
- Puxa vida!!!
Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:
- Olha lá embaixo.
Eu olhei. E ela acrescentou: - Como nós estamos voando alto, moço. Olha só... o pessoal lá embaixo até parece formiga.
Suspirei e lasquei:
- Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou vôo.
Stanislaw Ponte Presta Garoto linha dura. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 1975, p.156-157
Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto)
- O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de vôo – e riu nervosinha pediu que, coitada.
Depois me eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem. Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz o bacano respondendo que estava às suas ordens.
Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive que realizar essa operação em sua farta cintura.
Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço ante as perguntas que aquela senhora me fazia aos berros, como se estivesse em sua casa, entre pessoas íntimas. A coisa foi ficando ridícula:
- Para que esse saquinho aí? - foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.
- É para a senhora usar em caso de necessidade - respondi baixinho.
Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou:
- Uai... as necessidades neste saquinho? No avião não tem banheiro?
Alguns passageiros riram, outros - por fineza - fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue (embora com tantas carnes parecesse mais um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos para todos os lados.
O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta:
- Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?
Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.
Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do "show". Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir os jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.
Foi quando madama deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janela para ver a paisagem) e gritou:
- Puxa vida!!!
Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:
- Olha lá embaixo.
Eu olhei. E ela acrescentou: - Como nós estamos voando alto, moço. Olha só... o pessoal lá embaixo até parece formiga.
Suspirei e lasquei:
- Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou vôo.
Stanislaw Ponte Presta Garoto linha dura. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 1975, p.156-157
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Sugestão de Atividade para o primeiro dia de aula!!

O JOGO DAS SAUDAÇÕES
OBJETIVO GERAL: Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e espontaneidade.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Atividade inicial para promover aproximação entre os colegas, ou entre eles e crianças novas, no primeiro dia do ano em que se encontram.
COMO JOGAR:
- Peça que todos se levantem e caminhem pelo espaço. Avise que você vai dar um sinal (pode ser uma palma ou apito) e, quando o ouvir, cada um deverá parar diante de um colega, trocar um olhar e acenar com um “tchauzinho”. Quem não conseguir um par para fazer isto irá sentar-se no chão.
- A brincadeira recomeça. Todos voltam a caminhar pelo espaço, pois ninguém fica de fora, neste jogo. Só que agora a regra é outra: ao ouvir o sinal, todos vão parar diante de duas pessoas (nenhuma pode ser a mesma de antes), trocar um olhar e perguntar os seus nomes. Quem não conseguir, vai sentar-se no chão.
- Agora, vamos parar e segurar a mão de três pessoas, que não sejam as mesmas das etapas anteriores.
- Em seguida, vamos dar um forte abraço em quatro pessoas...
- Para terminar, todos vão cumprimentar quem ainda não cumprimentaram e voltar aos seus lugares.
AS DINÂMICAS DE INTEGRAÇÃO
EXCELENTES PARA OS PRIMEIROS DIAS DE AULA E TÊM COMO OBJETIVO:
- que os participantes se apresentem
- que memorizem os respectivos nomes
- que iniciem um relacionamento amistoso
- que se desfaçam as inibições
- que falem de suas expectativas
1) Eu sou... e você, quem é?
Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"
A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.
2) Apresentante:
Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)
Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.
3- Alô, alô!
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.
4- Procurando um coração...
Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.
Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.
5- Abraçando amigos
Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.
6- Quando estiver...
Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase. Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".
O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."
7- Apresentação
Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.
Autoria: Patricia Fonte - Da Apostila Dinâmicas & Jogos Cooperativos PPD.
OBJETIVO GERAL: Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e espontaneidade.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Atividade inicial para promover aproximação entre os colegas, ou entre eles e crianças novas, no primeiro dia do ano em que se encontram.
COMO JOGAR:
- Peça que todos se levantem e caminhem pelo espaço. Avise que você vai dar um sinal (pode ser uma palma ou apito) e, quando o ouvir, cada um deverá parar diante de um colega, trocar um olhar e acenar com um “tchauzinho”. Quem não conseguir um par para fazer isto irá sentar-se no chão.
- A brincadeira recomeça. Todos voltam a caminhar pelo espaço, pois ninguém fica de fora, neste jogo. Só que agora a regra é outra: ao ouvir o sinal, todos vão parar diante de duas pessoas (nenhuma pode ser a mesma de antes), trocar um olhar e perguntar os seus nomes. Quem não conseguir, vai sentar-se no chão.
- Agora, vamos parar e segurar a mão de três pessoas, que não sejam as mesmas das etapas anteriores.
- Em seguida, vamos dar um forte abraço em quatro pessoas...
- Para terminar, todos vão cumprimentar quem ainda não cumprimentaram e voltar aos seus lugares.
AS DINÂMICAS DE INTEGRAÇÃO
EXCELENTES PARA OS PRIMEIROS DIAS DE AULA E TÊM COMO OBJETIVO:
- que os participantes se apresentem
- que memorizem os respectivos nomes
- que iniciem um relacionamento amistoso
- que se desfaçam as inibições
- que falem de suas expectativas
1) Eu sou... e você, quem é?
Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"
A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.
2) Apresentante:
Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)
Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.
3- Alô, alô!
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.
4- Procurando um coração...
Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.
Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.
5- Abraçando amigos
Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.
6- Quando estiver...
Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase. Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".
O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."
7- Apresentação
Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.
Autoria: Patricia Fonte - Da Apostila Dinâmicas & Jogos Cooperativos PPD.
Corrida da Centopéia ( Jogo da Leitura)
Jogo da Leitura
Corrida da Centopéia
(A partir dos 7 anos)
OBJETIVO GERAL: Incentivar o desejo de ler e o interesse pela leitura.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Conseguir montar a centopéia mais longa.
MATERIAL: Uma ou duas cartolinas grandes (dependendo do número de crianças), cartolina ou colorset recortados em rodelas de cerca de 5 cm de diâmetro, cola, canetinhas.
COMO APLICAR:
- Entregar para cada criança um círculo de colorset ou cartolina, pedindo que desenhe a carinha da centopéia. Colar as carinhas à esquerda de uma cartolina, com o nome da criança a quem pertence. Determinar um prazo (trimestre ou semestre) e explicar que cada um irá formando a sua centopéia, acrescentando um pedaço do corpo para cada livro lido. Só valerão os livros lidos e compreendidos, e seus títulos e autores serão escritos neste círculo. Se perceber que uma criança não está lendo de fato, explique que ela não vai participar mais do jogo. Estimule a classe a falar dos livros que estão lendo.
- Vence quem tiver a centopéia mais comprida. Obs.: Você pode sugerir que dêem nome às suas centopéias, desenhem suas perninhas, enfeitem com linha ou lantejoulas, etc.
Corrida da Centopéia
(A partir dos 7 anos)
OBJETIVO GERAL: Incentivar o desejo de ler e o interesse pela leitura.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Conseguir montar a centopéia mais longa.
MATERIAL: Uma ou duas cartolinas grandes (dependendo do número de crianças), cartolina ou colorset recortados em rodelas de cerca de 5 cm de diâmetro, cola, canetinhas.
COMO APLICAR:
- Entregar para cada criança um círculo de colorset ou cartolina, pedindo que desenhe a carinha da centopéia. Colar as carinhas à esquerda de uma cartolina, com o nome da criança a quem pertence. Determinar um prazo (trimestre ou semestre) e explicar que cada um irá formando a sua centopéia, acrescentando um pedaço do corpo para cada livro lido. Só valerão os livros lidos e compreendidos, e seus títulos e autores serão escritos neste círculo. Se perceber que uma criança não está lendo de fato, explique que ela não vai participar mais do jogo. Estimule a classe a falar dos livros que estão lendo.
- Vence quem tiver a centopéia mais comprida. Obs.: Você pode sugerir que dêem nome às suas centopéias, desenhem suas perninhas, enfeitem com linha ou lantejoulas, etc.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
TRABALHANDO COM CAIXINHA DE CREME DENTAL

TRABALHANDO COM CAIXINHA DE CREME DENTAL
1. PROFESSOR SOLICITA QUE CADA ALUNO TRAGA DE CASA UMA EMBALAGEM VAZIA DE CREME DENTAL.
2.EXAMINAR SUAS CAIXINHAS PARA DESCOBRIR ALGUMAS CARACTERÍSTICAS COMO:
a.SUA FORMA:______________________
b.SUAS FACES:______________________
c.TOTAL DE ARESTAS:_________________
d.TOTAL DE VÉRTICES:_________________
e.TODAS AS FACES SÃO IGUAIS?_________
f.HÁ INFORMAÇÕES NA EMBALAGEM SOBRE A DATA DE FABRICAÇÕES DO PRODUTO?______________QUAL DATA DE FABRICAÇÃO______
g.O NOME DA MARCA DO CREME:_____________________________
h.DESMONTE SUA CAIXINHA CUIDADOSAMENTE E DESENHAR SEU MOLDE NO SEU CADERNO OU NUMA FOLHA DE PAPEL.
i.ELIMINE AS “ORELHAS” (OU ABAS), QUE SÓ SERVEM PARA FECHAR MELHOR A EMBALAGEM.
EM DUPLA OS ALUNOS DEVERÃO, CORTAR AS 6 FACES SOBRE A CARTEIRA, E COLE COM FITA ADESIVA, OBTENDO NOVAMENTE A CAIXINHA.
Atividade para trabalhar com calculadora!!!

TRABALHANDO COM CALCULADORA
1- SIGAM AS INSTRUÇÕES DO/A PROFESSOR/A:
a- PRESSIONEM A TECLA (ON). O QUE APARECE NA TECLA?_____________________
b- SE VOCÊS PRESSIONAREM A TECLA (1), O QUE VAI APARECER ESCRITO NA TELA? ______________
c- AGORA PRESSIONEM A TECLA ( 0 ). QUAL É O NÚMERO QUE APARECE NA TELA?_______________
d- PRESSIONEM NOVAMENTE A TECLA (ON). O QUE APARECEU ESCRITO NA TECLA_______________. O QUE APARECEU ESCRITO NA TELA?______________
e- PARA QUE SERVE A TECLA (OFF). O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ TECLA-A? __________________________________________________________________
2- PARA QUE SERVE A TECLA (ON). ESCREVA O QUE ACONTECE___________________
3- SE VOCÊ TECLAR (0) E OUTRO NÚMERO EX. (5). O QUE VAI APARECER?__________
4- SE VOCÊ TECLAR (.) E (5). O QUE VAI APARECER?_____________________________
5- AGORA, VEREM A CALCULADORA DE CABAÇA PARA BAIXO, E VOCÊ VAI VER UMA SILABA. QUAL É ESSA SILABA?_____________________________
6- VAMOS APRENDER ENCONTRAR LETRA NA CALCULADORA:
a- DESCUBRA QUAL É O NÚMERO QUE VOCÊ TECLAR PARA VER A LETRA (E) AO VIRAR A CALCULADORA, QUE LETRA VAI APARECER?_________________
b- TECLE O NÚMERO (4) E VIRE A CALCULADORA AO CONTRARIO. QUE VOCÊS VIRAM?______________________________________________
c- SE VOCÊS TECLAREM (5) E VIRAREM À CALCULADORA, QUE LETRA VAI APARECER?___________________________________________
d- SE VOCÊS TECLAREM O (9) E VIRAREM A CALCULADORA, QUE LETRA VAI APARECER?___________________________________________
7- TECLEM (1) (3) (5). VIRE A CALCULADORA AO CONTRARIO. QUE PALAVRA VOCÊS CONSEGUIRAM?______________________________________
8- TECLEM (.) (5) (5) (3) (9). VIRE À CALCULADORA. QUE PALAVRA VOCÊS FORMARAM DESSA VEZ? ___________________________________
Um desafio com a calculadora!
Fernando costuma fazer “contas” com a calculadora. Um dia, Fernando fez um desafio a Isadora. Fernando apertou a tecla LIGA, e veja o que apareceu. (0) Em seguida Fernando digitou o número 18 na calculadora e mostrou para Isadora.
__ Eu vou apertar as teclas e você, sem olhar, me fala quais são os números que deve aparecer.
__ Tudo bem Vamos La.
A seguir, apertou as teclas (+) (1) (=) um da cada vez.
__ Isadora agora diga que número está no visor.
__ É o número 19. Em seguida, Fernando apertou novamente as teclas (+) (1) (=).
__ Isadora, que número apareceu?
__ Estou pensando no (20).
1-Inicialmente, quando Fernando apertou a tecla LIGA, que número apareceu no visor? ___________________
2_Qual foi o primeiro número que Fernando digitou na sua calculadora?______________________________
3_Ajude a Isadora! Que número na calculadora logo depois do 19?________________________________
4_ Que número teria aparecido se Fernando tivesse apertado o número 9 e, em seguida, as teclas (+) (1) (+)?
5_Observe a fotografia da calculadora. Quais os números que aparece nela? ____________________
6_ Conversem com seus colegas sobre que sinais matemáticos vocês reconhecem?__________________
__________________________________________
7- Agora teclar para apagar todos os números e em seguida digite (6) (9) que número vai aparece se?_______ Virar a calculadora ao contrario o que apareceu?________. Apague esse número agora digite outro número: (66) vire a calculadora novamente ao contrario o que você notou?_____________________
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